Minhas pernas estão me matando
Suado de tanto dançar e pular
No pensamento, só há música
No corpo, só movimento e vibração
Meus olhos são meu meu coração
A vontade é ficar ainda mais
Porém o corpo não aguenta
Na fila do caixa, onde mais valeu a pena
Olhos nos olhos, inicialmente nem se interessou
Espreitei tranquilamente a fim de estudar o terreno
Não me aguentei, regozijando-me por dentro,
Comocei a relar mão com mão,
Não obtive resposta, pelo contrário, indiferença
Meio que desisti, fiquei apenas a observar a presa
Inicialmente, desviava o olhar
Pouco a pouco, conquistei sua confiança
E seus olhos se voltaram para mim
Meio que não acreditei, ficamos a nos olhar
Alguns minutos se passaram até que...
Peguei em sua mão ferozmente,
Ainda assim como quem não quer nada
Poucos ao nosso redor, naquela fila,
Notaram aquela troca de carícias intensa e ardente
Sussuramos coisas ao ouvido um do outro
A conversa foi breve, a sensação intensa
O sentimento mútuo, a consciência única
Olhos nos olhos, sorrisos nos lábios
As mãos nem sei dizer... Calor, muito calor
Em nossa mente apenas uma música:
"Vai desabar água... Pra lavar o que tem que limpar!"
Infelizmente, vacilei... depois de um tempo cheguei ao caixa
Saí da boate, amigos me esperavam já do lado de fora
Agi errado, não esperei minha presa
Não peguei número algum, deveria ter pego...
Paciência... foi bom... foi inesperado...
Foi intenso... Foi Gambiarra...
domingo, 27 de setembro de 2009
domingo, 20 de setembro de 2009
Novo Perfil do Orkut
Ando por aí sem saber onde vou chegar
Divido entre planejar e aproveitar
Repartido entre trabalhar e a mesa do bar
A minha vida nunca segue horário
O vento escolhe o meu itinerário
Meu atos rompem a tradição
A primeira impressão pode quase sempre estar errada
Não faz idéia de quem sou e eu já sei que nada sei
Ainda assim faço pra elas acharem que vão me ensinar
O mundo se re-inventa num ciclo infinito
Onde tudo muda a cada segundo,
Não há lugar para desavisados, mas vou te avisar
Pois finalmente encontrei a razão
Resolvi deixar de lado a recordação
Lembro dos meus dias tão iguais
Mas fazer algo diferente é o meu remédio anti-tédio
Aquela nuvem cinzenta que me encobria passou
Hoje em dia não sinto mais aquela dor
Hoje sei que garotas choram porque querem atenção
Enquanto que garotos querem é curtição
Poder zuar sem obrigação
Minhas velhas crenças ficaram para trás
E o que mais quero é mudar, por isso vou tentar
Ao menos mais uma vez
Quero não só poder imaginar,
Mas conhecer um sentimento verdadeiro
Que eu não consiga evitar
Quero a lua cheia sobre o mar
Ter bons amigos sempre por perto
E um beijo no momento certo
Divido entre planejar e aproveitar
Repartido entre trabalhar e a mesa do bar
A minha vida nunca segue horário
O vento escolhe o meu itinerário
Meu atos rompem a tradição
A primeira impressão pode quase sempre estar errada
Não faz idéia de quem sou e eu já sei que nada sei
Ainda assim faço pra elas acharem que vão me ensinar
O mundo se re-inventa num ciclo infinito
Onde tudo muda a cada segundo,
Não há lugar para desavisados, mas vou te avisar
Pois finalmente encontrei a razão
Resolvi deixar de lado a recordação
Lembro dos meus dias tão iguais
Mas fazer algo diferente é o meu remédio anti-tédio
Aquela nuvem cinzenta que me encobria passou
Hoje em dia não sinto mais aquela dor
Hoje sei que garotas choram porque querem atenção
Enquanto que garotos querem é curtição
Poder zuar sem obrigação
Minhas velhas crenças ficaram para trás
E o que mais quero é mudar, por isso vou tentar
Ao menos mais uma vez
Quero não só poder imaginar,
Mas conhecer um sentimento verdadeiro
Que eu não consiga evitar
Quero a lua cheia sobre o mar
Ter bons amigos sempre por perto
E um beijo no momento certo
(Transcrições das Composições da Banda Dublin)
sábado, 5 de setembro de 2009
Registro do FDS prolongado....
Infelizmente, tenho de registrar que este FDS começou horrivelmente... Não consegui uma companhia sequer para ir ao show do Cueio Limão, no Hangar... E pior ainda o show começa daqui 10 minutos e não estarei lá... Sério, estou me sentindo mal por isso, eu queria muito ir ao show... Vamos ver se o domingo e a segunda-feira traram melhor diversão e contentamento.
Vamos ver se as novas apostas que fiz darão certo, qualquer resultado é lucro... HeHe... Continuem curiosos, pois não vou contar, ah, não tem a ver com dinheiro ou com uma aposta de fato... Mas aposto nas peças do tabuleiro para que ajam de acordo com meus planos e espero que tudo de certo no final. As coisas estas semanas tem estado mais fáceis e ao mesmo tempo mais difíceis, estranho neh, para explicar um pouco melhor as coisas (algumas coisas, é claro):
Bem, agora vou é dormir... descansar um pouco...
Vamos ver se as novas apostas que fiz darão certo, qualquer resultado é lucro... HeHe... Continuem curiosos, pois não vou contar, ah, não tem a ver com dinheiro ou com uma aposta de fato... Mas aposto nas peças do tabuleiro para que ajam de acordo com meus planos e espero que tudo de certo no final. As coisas estas semanas tem estado mais fáceis e ao mesmo tempo mais difíceis, estranho neh, para explicar um pouco melhor as coisas (algumas coisas, é claro):
- Ainda bem que o comando dos técnicos não está mais em minhas mãos, logo as buchas também não, mas continuo sendo aquela voz que dá dicas (tipo de um subconsciente) e que conversa com os clientes estressados. Isso pode estar me deixando um pouco triste, pois também me tira da condição de quase "unipotente", para o qual todos correm precisando de ajuda;
- Ainda me encontro perdido sobre como fazer o que agora faço, isso é, as consultorias, análises de problemas, sugestão de soluções e auxiliar o programador. Não sei se tenho tanto potêncial para isso. Estou me sentindo extremamente inseguro, o pessoal tem certa expectativa sobre mim.
- Estou estudando e lendo uns livros para ingressar na programação. Hoje tive contato com uma pessoa, aparentemente ela mudou bastante, não tenho como dizer se é ela só quis que parecesse isso, mas isso despertou certo desejo em mim de voltar a fazer cursos de TI, senti vontade de voltar ao eixo e parar de ser largado, meio que tenho jogado minha vida no lixo. Não posso dizer que mudei por causa deste fato, mas posso dizer que pensarei nesse caso.
Bem, agora vou é dormir... descansar um pouco...
sábado, 29 de agosto de 2009
Untitle
Pois é, há muito tempo não posto nada, por quê? Não vou dizer que foi porque tenho estado ocupado ou porque a vida é corrida, nem nada do tipo, mas tenho estado sem inspiração, bem triste não !? Apesar de que inspiração provem do ócio somado a criatividade e vontade de expressar em alto tom suas emoções e sentimentos....
Não tenho nada a expressar, há muito tempo perdi algo e não sei o que foi. Procuro algo sem saber pelo que procurar nem mesmo como encontrar. Nem sei como explicar, será que há mesmo algo para se explicar, creio que não, assim tem sido há muitos anos. Às vezes, acho que tudo é sem sentido, tudo por acaso do destino, como tem que ser, ainda que eu seja contra a idéia de não ser livre para traçar meu próprio destino.
É como se tudo ao meu redor fosse um filme que não consegue me envolver por completo, perder a consciência do mundo tem sido a melhor forma para relaxar a mente e esquecer as pressões excessivas que estam me prejudicando. Agora não quero nem saber, meus "lapsos "de memória, até poderiam ser cômicos caso não fossem reais. O letreiro de Neon com as palavras "Foda-se" está evidente... Minhas palavras pairam pelo ar, outras pela vibe da web, mas nada alcançam e nem quero saber... basta ter a certeza de conseguir gritar bem alto até que acabe meu fôlego, minhas pernas fraquegem e caia sobre os joelhos, com as mãos adormecidas sem nada poder fazer a não ser olhar o belo céu através de profundos olhos castanhos... Sem ouvir nada, exceto o ensurdecedor assovio dançante do vento... Ainda sentindo calor no peito, as mãos bem frias, estou impossibilitado esperando o inevitável...

Não tenho nada a expressar, há muito tempo perdi algo e não sei o que foi. Procuro algo sem saber pelo que procurar nem mesmo como encontrar. Nem sei como explicar, será que há mesmo algo para se explicar, creio que não, assim tem sido há muitos anos. Às vezes, acho que tudo é sem sentido, tudo por acaso do destino, como tem que ser, ainda que eu seja contra a idéia de não ser livre para traçar meu próprio destino.
É como se tudo ao meu redor fosse um filme que não consegue me envolver por completo, perder a consciência do mundo tem sido a melhor forma para relaxar a mente e esquecer as pressões excessivas que estam me prejudicando. Agora não quero nem saber, meus "lapsos "de memória, até poderiam ser cômicos caso não fossem reais. O letreiro de Neon com as palavras "Foda-se" está evidente... Minhas palavras pairam pelo ar, outras pela vibe da web, mas nada alcançam e nem quero saber... basta ter a certeza de conseguir gritar bem alto até que acabe meu fôlego, minhas pernas fraquegem e caia sobre os joelhos, com as mãos adormecidas sem nada poder fazer a não ser olhar o belo céu através de profundos olhos castanhos... Sem ouvir nada, exceto o ensurdecedor assovio dançante do vento... Ainda sentindo calor no peito, as mãos bem frias, estou impossibilitado esperando o inevitável...

quinta-feira, 11 de junho de 2009
Transcrição de minha mente...
Meu corpo está dormente, meus olhos sonolentos... a noite cai junto com as areias do tempo... a lua brilha cada vez mais ofuscando meus olhos e reavivando minhas memórias... lembro-me de meu avô, fumando seu velho cachimbo e dando baforadas de fumaça que pareciam tomar vida, aquelas formas dançantes iam de encontro ao horizonte sobre o negro mar que refletia a luz do luar até que repentinamente se desfaziam no ar, ou até que nós as perdíamos de vista...
Meus pés e braços... sinto-os frios... a sensação de frio me consome aos poucos... assim como minhas orelhas e face... Não sinto mais nada ao meu redor, é como seu eu estivesse me tornando mais uma rocha em meio a floresta. A noite fria me consome como se fosse a extensão dos braços da morte... O ferimento em meu peito ainda sangra, estou deitado sobre a poça formada por meu sangue, minha consciência se distancia mais e mais de meu corpo...
Mas de onde vem essa luz? Sinto sua presença, uma aura terna e quente que me envolve, salvando-me da escuridão. Com sua face, alva e brilhante, fitava-me, sua mão quente tocou meu peito, seus lábios se moviam mas não consegui entender nem ouvir o que dizia. Senti-me encher de vida e então perdi a consciência, perdi a noção do tempo e do espaço. Simplesmente, vi-me de pé, caminhando sobre um mar prateado, mal podia ver seu fim, eu estava sob um céu todo negro. Apesar da paisagem fria e morta, não sentia mais frio nem como se estivesse consumido pelas trevas, pelo contrario me sentia revitalizado, como se houvesse algo forte e puro dentro de mim. Resolvi então caminhar e tentar encontrar algo.
Caminhava e caminhava, mas sentia o horizonte fugindo de mim, a paisagem se mantinha imutável independente de quanto andasse. Não me senti cansado, nem com sede, nem com fome, como se o tempo não passasse e espaço não mudasse, tudo inerte e imutável, infinito, grandioso, será que estou morto... Parei, sentei-me e fiquei olhando a paisagem enquanto pensava sobre o que ocorreu e o que estava ocorrendo.
Sinto uma sensação estranha dentro de mim, não sei como descrever mas está crescendo, conforme cresce essa sensação, sinto um calor crescendo transpassando minha alma e meu ser. Sinto uma aura crescer ao meu redor e aos poucos tornando-se visível me consumindo por completo... O sentimento de perda agora me aflige e sinto aquela presença terna e quente me deixar. A aura me deixou, perdi o brilho, voltei a ser o que era... um simples homem.
A aura a alguns passos de distancia, foi tomando mando forma e consistência, inicialmente era semitransparente e agora quase não se pode ver o horizonte através dela. Uma forma humana foi assumindo, mas bela, cintilante, pura e terna - começo a me perguntar se não é um anjo... da morte... lembrei-me dela, estava presente em meu leito de morte quando perdi a consciência... e então tudo fez sentido, estava de joelhos no inferno reservado a mim, águas de marfim em contraste com o negro céu, de repente, presentes para um indigno rei...
Meus pés e braços... sinto-os frios... a sensação de frio me consome aos poucos... assim como minhas orelhas e face... Não sinto mais nada ao meu redor, é como seu eu estivesse me tornando mais uma rocha em meio a floresta. A noite fria me consome como se fosse a extensão dos braços da morte... O ferimento em meu peito ainda sangra, estou deitado sobre a poça formada por meu sangue, minha consciência se distancia mais e mais de meu corpo...
Mas de onde vem essa luz? Sinto sua presença, uma aura terna e quente que me envolve, salvando-me da escuridão. Com sua face, alva e brilhante, fitava-me, sua mão quente tocou meu peito, seus lábios se moviam mas não consegui entender nem ouvir o que dizia. Senti-me encher de vida e então perdi a consciência, perdi a noção do tempo e do espaço. Simplesmente, vi-me de pé, caminhando sobre um mar prateado, mal podia ver seu fim, eu estava sob um céu todo negro. Apesar da paisagem fria e morta, não sentia mais frio nem como se estivesse consumido pelas trevas, pelo contrario me sentia revitalizado, como se houvesse algo forte e puro dentro de mim. Resolvi então caminhar e tentar encontrar algo.
Caminhava e caminhava, mas sentia o horizonte fugindo de mim, a paisagem se mantinha imutável independente de quanto andasse. Não me senti cansado, nem com sede, nem com fome, como se o tempo não passasse e espaço não mudasse, tudo inerte e imutável, infinito, grandioso, será que estou morto... Parei, sentei-me e fiquei olhando a paisagem enquanto pensava sobre o que ocorreu e o que estava ocorrendo.
Sinto uma sensação estranha dentro de mim, não sei como descrever mas está crescendo, conforme cresce essa sensação, sinto um calor crescendo transpassando minha alma e meu ser. Sinto uma aura crescer ao meu redor e aos poucos tornando-se visível me consumindo por completo... O sentimento de perda agora me aflige e sinto aquela presença terna e quente me deixar. A aura me deixou, perdi o brilho, voltei a ser o que era... um simples homem.
A aura a alguns passos de distancia, foi tomando mando forma e consistência, inicialmente era semitransparente e agora quase não se pode ver o horizonte através dela. Uma forma humana foi assumindo, mas bela, cintilante, pura e terna - começo a me perguntar se não é um anjo... da morte... lembrei-me dela, estava presente em meu leito de morte quando perdi a consciência... e então tudo fez sentido, estava de joelhos no inferno reservado a mim, águas de marfim em contraste com o negro céu, de repente, presentes para um indigno rei...
Continua...
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