sábado, 5 de setembro de 2009

Registro do FDS prolongado....

Infelizmente, tenho de registrar que este FDS começou horrivelmente... Não consegui uma companhia sequer para ir ao show do Cueio Limão, no Hangar... E pior ainda o show começa daqui 10 minutos e não estarei lá... Sério, estou me sentindo mal por isso, eu queria muito ir ao show... Vamos ver se o domingo e a segunda-feira traram melhor diversão e contentamento.

Vamos ver se as novas apostas que fiz darão certo, qualquer resultado é lucro... HeHe... Continuem curiosos, pois não vou contar, ah, não tem a ver com dinheiro ou com uma aposta de fato... Mas aposto nas peças do tabuleiro para que ajam de acordo com meus planos e espero que tudo de certo no final. As coisas estas semanas tem estado mais fáceis e ao mesmo tempo mais difíceis, estranho neh, para explicar um pouco melhor as coisas (algumas coisas, é claro):
  • Ainda bem que o comando dos técnicos não está mais em minhas mãos, logo as buchas também não, mas continuo sendo aquela voz que dá dicas (tipo de um subconsciente) e que conversa com os clientes estressados. Isso pode estar me deixando um pouco triste, pois também me tira da condição de quase "unipotente", para o qual todos correm precisando de ajuda;
  • Ainda me encontro perdido sobre como fazer o que agora faço, isso é, as consultorias, análises de problemas, sugestão de soluções e auxiliar o programador. Não sei se tenho tanto potêncial para isso. Estou me sentindo extremamente inseguro, o pessoal tem certa expectativa sobre mim.
  • Estou estudando e lendo uns livros para ingressar na programação. Hoje tive contato com uma pessoa, aparentemente ela mudou bastante, não tenho como dizer se é ela só quis que parecesse isso, mas isso despertou certo desejo em mim de voltar a fazer cursos de TI, senti vontade de voltar ao eixo e parar de ser largado, meio que tenho jogado minha vida no lixo. Não posso dizer que mudei por causa deste fato, mas posso dizer que pensarei nesse caso.
Quanto a minha vida, do mês passado para este, bateu-me uma forte vontade de rever meus amigos do ColPolMil e do CEFET-SP... estranho ein! Mas parece que tudo que vivi foi um filme, onde você sente e interage com os personagens naquele momento, com o passar do tempo algumas imagens se perdem e outras se fixam nas galerias da vida, mas aqueles personagens que uma vez apareceram nesse filme não voltam a aparecer e se perdem com o tempo.

Bem, agora vou é dormir... descansar um pouco...

sábado, 29 de agosto de 2009

Untitle

Pois é, há muito tempo não posto nada, por quê? Não vou dizer que foi porque tenho estado ocupado ou porque a vida é corrida, nem nada do tipo, mas tenho estado sem inspiração, bem triste não !? Apesar de que inspiração provem do ócio somado a criatividade e vontade de expressar em alto tom suas emoções e sentimentos....

Não tenho nada a expressar, há muito tempo perdi algo e não sei o que foi. Procuro algo sem saber pelo que procurar nem mesmo como encontrar. Nem sei como explicar, será que há mesmo algo para se explicar, creio que não, assim tem sido há muitos anos. Às vezes, acho que tudo é sem sentido, tudo por acaso do destino, como tem que ser, ainda que eu seja contra a idéia de não ser livre para traçar meu próprio destino.

É como se tudo ao meu redor fosse um filme que não consegue me envolver por completo, perder a consciência do mundo tem sido a melhor forma para relaxar a mente e esquecer as pressões excessivas que estam me prejudicando. Agora não quero nem saber, meus "lapsos "de memória, até poderiam ser cômicos caso não fossem reais. O letreiro de Neon com as palavras "Foda-se" está evidente... Minhas palavras pairam pelo ar, outras pela vibe da web, mas nada alcançam e nem quero saber... basta ter a certeza de conseguir gritar bem alto até que acabe meu fôlego, minhas pernas fraquegem e caia sobre os joelhos, com as mãos adormecidas sem nada poder fazer a não ser olhar o belo céu através de profundos olhos castanhos... Sem ouvir nada, exceto o ensurdecedor assovio dançante do vento... Ainda sentindo calor no peito, as mãos bem frias, estou impossibilitado esperando o inevitável...


quinta-feira, 11 de junho de 2009

Transcrição de minha mente...

Meu corpo está dormente, meus olhos sonolentos... a noite cai junto com as areias do tempo... a lua brilha cada vez mais ofuscando meus olhos e reavivando minhas memórias... lembro-me de meu avô, fumando seu velho cachimbo e dando baforadas de fumaça que pareciam tomar vida, aquelas formas dançantes iam de encontro ao horizonte sobre o negro mar que refletia a luz do luar até que repentinamente se desfaziam no ar, ou até que nós as perdíamos de vista...

Meus pés e braços... sinto-os frios... a sensação de frio me consome aos poucos... assim como minhas orelhas e face... Não sinto mais nada ao meu redor, é como seu eu estivesse me tornando mais uma rocha em meio a floresta. A noite fria me consome como se fosse a extensão dos braços da morte... O ferimento em meu peito ainda sangra, estou deitado sobre a poça formada por meu sangue, minha consciência se distancia mais e mais de meu corpo...

Mas de onde vem essa luz? Sinto sua presença, uma aura terna e quente que me envolve, salvando-me da escuridão. Com sua face, alva e brilhante, fitava-me, sua mão quente tocou meu peito, seus lábios se moviam mas não consegui entender nem ouvir o que dizia. Senti-me encher de vida e então perdi a consciência, perdi a noção do tempo e do espaço. Simplesmente, vi-me de pé, caminhando sobre um mar prateado, mal podia ver seu fim, eu estava sob um céu todo negro. Apesar da paisagem fria e morta, não sentia mais frio nem como se estivesse consumido pelas trevas, pelo contrario me sentia revitalizado, como se houvesse algo forte e puro dentro de mim. Resolvi então caminhar e tentar encontrar algo.

Caminhava e caminhava, mas sentia o horizonte fugindo de mim, a paisagem se mantinha imutável independente de quanto andasse. Não me senti cansado, nem com sede, nem com fome, como se o tempo não passasse e espaço não mudasse, tudo inerte e imutável, infinito, grandioso, será que estou morto... Parei, sentei-me e fiquei olhando a paisagem enquanto pensava sobre o que ocorreu e o que estava ocorrendo.

Sinto uma sensação estranha dentro de mim, não sei como descrever mas está crescendo, conforme cresce essa sensação, sinto um calor crescendo transpassando minha alma e meu ser. Sinto uma aura crescer ao meu redor e aos poucos tornando-se visível me consumindo por completo... O sentimento de perda agora me aflige e sinto aquela presença terna e quente me deixar. A aura me deixou, perdi o brilho, voltei a ser o que era... um simples homem.

A aura a alguns passos de distancia, foi tomando mando forma e consistência, inicialmente era semitransparente e agora quase não se pode ver o horizonte através dela. Uma forma humana foi assumindo, mas bela, cintilante, pura e terna - começo a me perguntar se não é um anjo... da morte... lembrei-me dela, estava presente em meu leito de morte quando perdi a consciência... e então tudo fez sentido, estava de joelhos no inferno reservado a mim, águas de marfim em contraste com o negro céu, de repente, presentes para um indigno rei...

Continua...

domingo, 31 de maio de 2009

Novo Marcador...

Bem, senhoras e senhores, caros leitores do meu blog, nesta postagem venho inaugurar um novo marcador: Aventuras Gastronômicas. Nele citarei todos os lugares legais que tenho ido e, é claro, que tem a ver com comida. Muitos acham que meu serviço é chato, mas não penso assim, adoro mexer com informática e acabei também encontrando graça ao trabalhar na Área de Automação Comercial, pois posso conhecer diversos restaurantes e padarias legais. Abaixo segue uma lista de lugares legais que freqüento, que já freqüentei e gostei...

La bocca (Restaurante Fran Bento Ltda)
Simplesmente o melhor restaurante por quilo do centro, talvez da cidade. Não só porque passam centenas de pessoas lá, das 12h as 15h, mas também pela qualidade da comida. Muito bom, imperdível - não conheço ninguém que já tenha almoçado lá que o troque por outro restaurante, caso estejam de passagem pela Rua São Bento, visitem o restaurante, que fica no número 21.

Fafe (Fafe Paes E Doces Ltda Epp)
Caso você esteja de bobeira próximo a qualquer metrô, não custa nada descer até a estação Jabaquara para apreciar os maiores pratos à la carte da região, ótima qualidade e ótimo preço. Para os mais fraquinhos, o prato dá para duas pessoas tranqüilamente, sugestão: experimentem Filé à Parmegiana - magnífico! Caso não esteja na hora do almoço peça uma pizza e não vai se arrepender. Endereço: Rua 11 de fevereiro, 23 - ao lado da estação Jabaquara.

Sensação (Panificadora Sensação Ltda Epp)
Excelente padaria na região das Clínicas, ótimos pães e doces, belo de um almoço, de abertura um prato de salada, depois uma bela de uma picanha acompanhada de fritas - afinal quem não gosta de fritas? - Caso esteja lá na Rua Teodoro Sampaio, visite o número 1861 e desfrute do belo ambiente da padaria e deguste um de seus pratos.

Bella Paulista (Bella Paulista Pães e Doces e Conveniência Ltda)
Uma das melhores padarias de São Paulo, não a troco por nenhuma Deola (por mais famosa que esta seja). Simplesmente os melhores beirutes que você poderia abocanhar - o paladar é sensacional, muito bom, não tem como não gostar... - O lugar é muito bonito, ótimo bairro, fica na Rua Haddock Lobo, 345. Única coisa que deixa a desejar é o atendimento, enquanto que os produtos são da mais altíssima qualidade e bom custo, cuidado para não ficar mal-acostumado depois de comer nessa padaria tantas vezes.

Estadão (Bar E Lanches Estadao Ltda)
Há pouco mais de 1 ano, eu dizia: caramba o Rocca Bar (Mercado Municipal) faz o melhor lanche de pernil que já comi. Desde que comecei a ir ao Estadão, passei a pensar: qual será o melhor lanche de pernil!? Deixo para vocês freqüentarem estes dois lugares e provarem qual é o melhor, digo que o Estadão tem bastante variedade de lanches, infelizmente deixa a desejar na variedade de bebidas, mas bomba 24 horas todos os dias da semana! A lanchonete fica no Viaduto Nove de Julho, 193 - próximo a Praça da República.

domingo, 24 de maio de 2009

O Pequeno Príncipe...

É uma excelente leitura para adultos e crianças, pois sua essência é bela e fundamental para o sentido da vida. Porém desta vez não estou aqui para explicar ou citar meu ponto de vista. Mas vou expor um texto do site Para Ler e Pensar que vai ao encontro do que penso sobre o livro. Espero que gostem. Até breve!

Foi escrito e ilustrado por Antoine de Saint-Exupéry um ano antes de sua morte, em 1944. Piloto de avião durante a Segunda Grande Guerra, o autor se fez o narrador da história, que começa com uma aventura vivida no deserto depois de uma pane no meio do Saara. Certa manhã, é acordado pelo Pequeno Príncipe, que lhe pede: “Desenha-me um carneiro?” É aí que começa o relato das fantasias de uma criança como as outras, que questiona as coisas mais simples da vida com pureza e ingenuidade. O principezinho havia deixado seu pequeno planeta, onde vivia apenas com uma rosa vaidosa e orgulhosa. Em suas andanças pela Galáxia, conheceu uma série de personagens inusitados – talvez não tão inusitados para as crianças!

Um rei pensava que todos eram seus súditos, apesar de não haver ninguém por perto. Um homem de negócios se dizia muito sério e ocupado, mas não tinha tempo para sonhar. Um bêbado bebia para esquecer a vergonha que sentia por beber. Um geógrafo se dizia sábio, mas não sabia nada da geografia do seu próprio país. Assim, cada personagem mostra o quanto as “pessoas grandes” se preocupam com coisas inúteis e não dão valor ao que merece. Isso tudo pode ser traduzido por uma frase da raposa, personagem que ensina ao menino de cabelos dourados o segredo do amor: “Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos”.

Antoine de Saint-Exupéry via os adultos como pessoas incapazes de entender o sentido da vida, pois haviam deixado de ser a criança que um dia foram. Entendia que é difícil para os adultos (os quais considerava seres estranhos) compreender toda a sabedoria de uma criança.

Desta fábula foram feitos filmes, desenhos animados, além de adaptações. Muitos adultos até hoje se emocionam ao lembrar-se do livro. Talvez porque tenham se tornado “gente grande” sem esquecer de que um dia foram crianças.

"As pessoas têm estrelas que não são as mesmas. Para uns, que viajam, as estrelas são guias. Para outros, elas não passam de pequenas luzes. Para outros, os sábios, são problemas. Para o meu negociante, eram ouro. Mas todas essas estrelas se calam. Tu porém, terás estrelas como ninguém... Quero dizer: quando olhares o céu de noite, (porque habitarei uma delas e estarei rindo), então será como se todas as estrelas te rissem! E tu terás estrelas que sabem sorrir! Assim, tu te sentirás contente por me teres conhecido. Tu serás sempre meu amigo (basta olhar para o céu e estarei lá). Terás vontade de rir comigo. E abrirá, às vezes, a janela à toa, por gosto... e teus amigos ficarão espantados de ouvir-te rir olhando o céu. Sim, as estrelas, elas sempre me fazem rir!"

"O Amor é a única coisa que cresce à medida que se reparte"

"O amor não consiste em olhar um para o outro, mas sim em olhar juntos para a mesma direção"

"Foi o tempo que dedicaste à tua rosa que fez tua rosa tão importante"

"Não exijas de ninguém senão aquilo que realmente pode dar"

"Em um mundo que se fez deserto, temos sede de encontrar companheiros"

"Nunca estamos contentes onde estamos"

"Será como a flor. Se tu amas uma flor que se acha numa estrela, é doce, de noite, olhar o céu. Todas as estrelas estão floridas"

"Para enxergar claro, bastar mudar a direção do olhar"

"Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos"

"Sois belas, mas vazias. Não se pode morrer por vós. Minha rosa, sem dúvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela sozinha é porém mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus a redoma. Foi a ela que abriguei com o para-vento. Foi dela que eu matei as larvas. Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa"

"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas"

"Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós"

"O amor verdadeiro não se consome, quanto mais dás, mais te ficas"

"Só os caminhos invisíveis do amor libertam os homens"

"O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem"

"Se alguém ama uma flor da qual só existe um exemplar em milhões de estrelas, isso basta para que seja feliz quando a contempla"

"ACASO
Cada um que passa em nossa vida,
Passa sozinho, pois cada pessoa é única
E nenhuma substitui outra.
Cada um que passa em nossa vida,
Passa sozinho, mas não vai só
Nem nos deixa sós.
Leva um pouco de nós mesmos,
Deixa um pouco de si mesmo.
Há os que levam muito,
Mas há os que não levam nada.
Essa é a maior responsabilidade de nossa vida,
E a prova de que duas almas
Não se encontram ao acaso."

"A civilização é um bem invisível porque inscreve seu nome nas coisas"

E suas últimas palavras antes de embarcar na missão final e fatal: "Se voltar, o que será preciso dizer aos homens?"

Ele escreveria que "durante séculos e séculos a minha civilização contemplou Deus através dos homens. O homem era criado à imagem de Deus. Respeitava-se Deus no homem. Esse reflexo de Deus conferia uma dignidade inalienável ao homem", para concluir que "as relações do homem com Deus serviam de fundamento evidente aos deveres do de cada homem consigo próprio ou para com os outros".

"Havia, em algum lugar, um parque cheio de pinheiros e tílias, e uma velha casa que eu amava. Pouco importava que ela estivesse distante ou próxima, que não pudesse cercar de calor o meu corpo, nem me abrigar; reduzida apenas a um sonho, bastava que ela existisse para que a minha noite fosse cheia de sua presença. Eu não era mais um corpo de homem perdido no areal. Eu me orientava. Era o menino daquela casa, cheio da lembrança de seus perfumes, cheio da fragrância dos seus vestíbulos, cheio das vozes que a haviam animado."