domingo, 14 de dezembro de 2008

Elephant Gun...

Não vou explicar o sentido desta música a qual vou postar, mas ela trás em sua letra algo que se assemelha ao que está acontecendo em minha vida... Não sei se tenho em minhas mãos essa arma ou se esta se encontra sem munição... Sei apenas que é uma bela música da banda Beirut, que conheci por meio da microssérie "Capitu", foi a música de introdução da série exibida na Globo durante a segunda semana de dezembro de 2008, foi um prazer assistí-la, excelente!

Quanto a banda Beirut, os gêneros que desenvolvem em suas músicas são: Folk (folclórico) e Indie (independente e de grande liberdade temática). Apreciei bastante os álbuns e EPs, para quem se interessar aqui está o link para o MySpace da banda Beirut.

Quanto a microssérie Capitu, excelente, fiel a grande obra de Machado de Assis, apesar de dar ênfase a traição de Capitu. Muito interessante a utilização de imagens que mudam do claro para o escuro, mergulhando o roteiro em mistério, desgraça e tristeza. Em quanto assistia, comecei a me perguntar se Luiz Fernando Carvalho foi inspirado pelas produções de Tim Burton. Algo que me deixou impressionado foi a mistura do cenário carioca atual com o imperial, assim como o cotidiano de antigamente e algumas tecnologias de atualmente. Foi um entretenimento prazeiroso! Meus pêsames quem perdeu esta maravilha para assistir a novela dos mutantes... A estes se deve a baixa audiência da microssérie, apesar de que esta só tem sentido para àqueles que leram o livro.

Sem me esquecer da música de introdução, a letra dela segue abaixo.

Elephant Gun
BEIRUT
If I was young, I'd flee this town
I'd bury my dreams underground
As did I, we drink to die, we drink tonight

Far from home, elephant gun
Let's take them down one by one
We'll lay it down, it's not been found, it's not around

Let the seasons begin - it rolls right on
Let the seasons begin - take the big king down

And it rips through the silence of our camp at night
And it rips through the night

And it rips through the silence of our camp at night
And it rips through the silence, all that is left is all that i hide


Elephant Gun
BEIRUT
Se eu fosse jovem, eu fugiria desta cidade
Enterraria meus sonhos no subsolo
Assim como eu, nós bebemos para morrer, nós bebemos essa noite

Longe de casa, elephant gun*
Vamos derrubá-los um a um
Nós os deitaremos, eles não foram encontrados, eles não estão por aqui

Que comecem as estações - elas rolam como devem
Que comecem as estações - derrube o grande rei

E rasgam o silêncio do nosso acampamento à noite
E rasgam a noite

E rasgam o silêncio do nosso acampamento à noite
E rasgam o silêncio, tudo que é deixado é o que eu escondo


*Elephant gun: arma de grosso calibre. Originalmente feitas para caça de elefantes ou para outros animais perigosos.

Incompetência Generalizada...

Infelizmente, cá venho falar sobre isso e a respeito de mim próprio... triste não é mesmo!? Mas é a realidade. Ultimamente, não posso dizer que sou uma das pessoas mais competentes, mas sim o contrário. Não sou capaz de cuidar da minha vida pessoal nem da profissional. Será uma fase ou será uma sina, de qualquer forma para mim é uma tortura.

Nos últimos dias, consegui deixar três clientes descontentes: La Plaza, St. Etienne Jardins, Manuella. Não tem nem o que eu dizer, confiaram em mim e eu falhei... Deixei um amigo muito especial na mão, falhei com ele também... Perdi minha moral... Estou sem inspiração nenhuma...

Preciso colocar minha vida no eixo novamente, sinto peso no meu coração, sinto peso em minha mente, peso em minhas mãos e em meus pés... Estou precisando de um tempo só meu, somente para mim...

Abaixo seguem algumas fotos que tirei no último mês, para quebrar um pouco da tristeza que toma conta do meu coração e desta postagem.

Parque Ibirapuera - Show das Águas (2008)
Parque Ibirapuera - Show das Águas (2008)

Terminal Princesa Isabel (2008)
Terminal Princesa Isabel (2008)

Voltando de Carapicuiba (2008)
Voltando de Carapicuiba (2008)

domingo, 30 de novembro de 2008

Nova produção... o que sai do coração...

O vento assoviava passando por entre a porta aberta da varanda do quarto, flamulando a cortina branca graciosamente, enquanto a majestade sol despontava seus primeiros raios no horizonte. A pele de seu rosto sentindo a suave brisa que batia, suas pálpebras agora começavam a absorver a nova claridade que surgia, continuava imóvel, inerte em um sonho qualquer esperando que alguém viesse lhe acordar. Os segundos se arrastavam, nada se movia, exceto pelo rastro do belo sol que sobre o dia se erguia, sua claridade queimava mais e mais nos olhos daquele jovem rapaz, fazendo-o despertar.

Abriu os olhos lentamente, sem aversão nenhuma àquela claridade e quentura, como o toque de uma sedosa mão a acariciar os cabelos de alguém que se prepara para acordar. Fitou a estrela no horizonte, ainda com sua cabeça confortavelmente descansada sobre o macio travesseiro, não se sabe o que o jovem rapaz estava pensando em quanto observava a majestade e sorria, mas depois de alguns momentos levantou-se energicamente sentando na cama, ao colocar os pés no chão sentiu certo frescor e a textura áspera do carpete, confortou-se, olhou para o espaço vago ao seu lado e estendeu seu braço a fim de tocá-lo com suas mãos, pôde ainda sentir um suave calor que sumia mais e mais a cada segundo...

Pôs as mãos sobre os joelhos, fez força e levantou-se, estava sozinho no quarto, caminhou até a porta que estava já aberta, olhou mais uma vez o sol no horizonte, olhou para o carpete do outro lado da cama e viu caída uma camisola de cor lilás bem clara. Atravessou o portal, pôde ouvir algo, como estática vinda da sala de estar, rumou em direção a ela, no meio do caminho ouviu uma música infantil que tocava na televisão, apenas um programa infantil de um canal qualquer, olhou para duas mochilas encostadas a parede leste da sala, uma era azul e outra rosa com diversos desenhos e/ou estampas que não conseguia ainda identificar por ter acabado de acordar. Pegou o controle sobre a mesa que se encontra no centro do cômodo, mirou a televisão e apertou o botão "Power", devolveu o controle remoto ao seu lugar.

Fechou os olhos por um momento, respirando fundo, ouviu o som de água correndo. Passou a língua por entre os lábios, sentiu um pouco de sede. Virou de costas, foi novamente para o corredor, passou a cozinha e estancou a frente da porta seguinte, que se encontrava apenas encostada, estendeu a mão à maçaneta, sentiu o frio metal transmitindo seu gelo para sua mão, e empurrou a porta lentamente. Um filete de água escorria da torneira, uma água de aspecto frio, cristalino e delicado, incessante. Ele foi se aproximando, abriu um pouco mais torneira e a água jorrou com maior pressão, estendeu as mãos e posicionou-as sob o jato d'água, lavou-as e colheu um pouco dela levando em direção ao seu rosto a fim de enxaguá-lo e espantar seu sono, repetiu a seqüência de movimentos por duas vezes. Parou olhando o espelho a sua frente, que lhe refletia, revelando uma cicatriz na sobrancelha, olhar pacífico de cor castanho-escuro, um sorriso simples em seus lábios, completando com seu corte de cabelo simples e sua pele sedosa como a de quem nunca teve barba... Estendeu as mãos em direção a toalha que está ao lado do lavabo, pegou-a enxugou o rosto de forma aliviada e carinhosa, concluiu por secar as mãos e devolver a toalha úmida ao seu lugar.

Talvez o jovem sentisse algo como a sensação de renovação e relaxamento...

Ele saiu do banheiro, fechando a porta silenciosamente, vagou pelo corredor até que parou olhando para um retrato de família. Retirou-o da parede, olhou atentamente, parecia ser ele mesmo ainda que um pouco mais velho, uma bela senhora com não mais que trinta anos, a frente do casal duas crianças: um menino e uma menina... Sua mão tremeu um pouco, sentiu-se fraco por um momento deixando o retrato escorregar por entre os dedos e ir de encontro ao chão, quebrando-se em vários pedaços... Sua visão distanciou-se da cena do retrato espatifado no chão, sentiu suas pernas leves, sem o chão sob seus pés, sentiu uma brisa que passeou em seu corpo por um breve momento, uma claridade branca o consumiu por um instante ou dois...

Sentiu pressão de dentro para fora em seu tórax, respiração acelerada, abriu os olhos desesperada e ansiosamente, ele se encontrava deitado em sua cama descoberto, abraçado a um travesseiro, sentou-se para poder respirar melhor. Não havia mais ninguém no quarto, não havia um espaço vago ao seu lado, pois era apenas uma cama de solteiro, no chão não havia nenhuma camisola, apenas o conector do carregador do celular N95. Em uma das paredes do quarto, se encontrava um computador e sobre este uma janela, num outro uma estante de livros, no outro um guarda-roupa, e uma porta do lado oposto ao computador. Não era amplo, mas era o suficiente, mal iluminado por causa da cortina bege que cobria a janela quase por inteiro. Não era tão aconchegante quanto o quarto em que outrora acordara, nem tão amplo.

Limpou a mente, soltou um suspiro como quem está entediado e se soltou com força sobre o travesseiro... felizmente ou infelizmente ele ainda se encontrava lá... não se sabe... mas se sabe que ele fechou os olhos e entregou sua mente a paz, a calma e a liberdade do seu quarto...

sábado, 1 de novembro de 2008

Comunicando...

iPois é, antes de ontem, largei meu cinto de rebites, finalmente largei o último objeto de estilo hardcore do meu visual. Só porque ele estava furando minhas camisetas. Mas é a vida e nós seguimos sempre em frente...


Bem, parece que pela primeira vez, há duas pessoas que conseguem ver mais os meu erros que minhas virtudes. Determinadas coisas estão vindo à tona somente agora, pior que elas estão certas, droga!, odeio estar errado!, mas faz parte - não é mesmo? -, como vou lidar com essa situação eu não sei, embora esteja disposto a mudar meu jeito de ser, vamos ver no que dá. Se você que estiver lendo esta postagem for uma dessas pessoas que querem me retratar, com certeza ficarão convencidas por eu estar citando esses detalhes.


Estou sem assunto e sem criatividade... Estou meio de saco cheio de algumas coisas... E sei que algo ainda falta em mim... Será difícil descobrir, mas beleza... Por hoje é só!

domingo, 26 de outubro de 2008

Anjo? Eu tenho o MEU!!

Faz tempo que quero vim aqui escrever essa música!!!Palavras, nem músicas, nem tons, nem cor e nem nada nesse mundo descreve esse sentimento por esse meu AMIGO^^

Anjos-Pimentas

Há momentos em que a solidão aperta
E a tristeza quer se instalar
Então clamamos o socorro do Deus vivo
Ele nos manda anjos pra nos animar

Não tem asas e não podem voar
Mas em seu coração
Trazem o dom de amar

Preciso da sua amizade
Da sinceridade, do teu carinho
Você pode não parecer com meu jeito de ser
Mas você é muito especial

É tão bom ter alguém pra te ouvir (é tão bom)
Ter alguém que se interesse (que saiba te entender)
E é tão bom me sentir a vontade
Pra dizer a verdade
Ser aceito como eu sou
TE AMO QUERIDO!!!!SINTO SUA FALTA!!
BEIJOS, TAU